06/06/2026

POR QUE JESUS FALAVA EM PARÁBOLAS?


“Na prática clínica, Jung percebeu algo que a teoria ainda não explicava.
“Explicações racionais até organizavam o pensamento,mas não tocavam o que realmente precisava mudar.
“Foi observando seus pacientes que ele compreendeu:
o inconsciente não responde à lógica. Responde a imagens, símbolos e narrativas.” (Facebook)

No livro CARTAS DE CRISTO, lê-se:
“Eu não havia aprendido que a única maneira pela qual poderia prosperar seria abandonando minha própria vontade e retornando ao “PAI” para ter ajuda em tudo que eu empreendesse? 
“Então lembrei que a criação tinha seus próprios propósitos a cumprir. O processo de individualização havia criado o “puxar e empurrar”, o “dar e receber” no comportamento humano. Ainda que estas características humanas fossem a causa da grande angústia na vida das pessoas, não era essa mesma angústia que as obrigava a procurar melhores maneiras de viver a fim de encontrarem a verdadeira felicidade? Compreendi que os males da humanidade tinham seu lugar no esquema da existência humana. 
“Era correto eu trazer informação privilegiada às pessoas, para anular os efeitos do “processo de individualização”? 
“Percebi que eu pensava desde o “centro” de minha individualidade, o “ego” e era o impulso do ego que levantava barreiras entre a humanidade e o “Pai Consciência Criativa”. Portanto, meu “centro de desejo humano” teria que ser conquistado caso eu quisesse viver em perfeita harmonia com o “Pai”, como era minha sincera intenção. E assim eu seguia meu caminho, pensando a respeito do que poderia acontecer e como eu poderia superar da melhor maneira os impulsos que regiam a minha condição humana, a fim de permanecer no Fluxo de “Consciência do Pai”, da qual extrairia inspiração, orientação, soluções para os problemas, minha alimentação, saúde e proteção diárias. De fato, percebi que enquanto eu permanecesse dentro deste “Fluxo diário de Consciência do Pai”, nenhum mal poderia aproximar-se de mim e cada necessidade minha seria atendida. 
E o mais importante: a “Consciência do Pai”, trabalhando por meio de mim, faria tudo o que fosse necessário para ajudar as pessoas com tanta necessidade de cura e conforto. Em todos os momentos, eu deveria superar a minha rebeldia contra a dura realidade da existência para escutar a “voz interior” e submeter-me à “Vontade Maior” do “Pai”. Esta “Vontade Maior” era o “Amor Perfeito” dirigido unicamente para promover o meu bem maior. Seria uma tolice, pensei, continuar trilhando o caminho da “vontade própria” que até então ditava o meu comportamento.
“Foi então que me veio a inspiração para falar com as pessoas por meio de parábolas. Aqueles que estivessem preparados para receber o conhecimento entenderiam e fariam bom uso dele. 
“Mas, como resultado disso, até mesmo os meus discípulos não puderam libertar-se o suficiente da doutrina judaica para poderem entender o princípio da consciência ou a atividade do “Poder Criativo Divino” na criação. (Até agora isso continua sendo um mistério para todos, com exceção dos espiritualmente iluminados). Mesmo as palavras espirituais de iluminação não podem ser plenamente compreendidas de imediato pela mente humana. Por isso, estas Cartas devem ser lidas lentamente e acompanhadas por muita meditação e oração para que sejam bem compreendidas.”
Extraído do livro CARTAS DE CRISTO - disponível na pág. 21 da Carta 1 e 27/324 do link abaixo:

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